“Ela não vai voltar para você. Ela não vai abrir a porta sorrindo pedindo desculpa por ter ficado 2 anos longe de você. Ela não vai te ligar só para saber como você está. Talvez ela nem esteja sentindo sua falta. Talvez ela até tenha achado outro alguém, quem sabe até melhor que você, que a faça mais feliz. Acorda. Para de ficar remoendo vocês dois. Para de fingir que tá tudo bem, porque não tá. Começa a sentir. Sente a dor da ausência dela, sente essa solidão que vem te preenchendo. Tenha uma overdose dela. Pense nela por um dia inteiro, reveja fotos antigas, sinta o cheiro dela, apenas não esqueça que amanhã vai ser outro dia sem ela e que se não te matou hoje, então não irá te matar no próximo dia.”
“Esses dias eu ando precisando de um daqueles amores de cinema, bem clichê, onde qualquer final que haja nele seja estupidamente feliz.”
“Das história mais fascinantes que um dia vivi, a nossa foi a mais intrigante. Foram tantos pontos finais colocados nela, que se tornaram reticências…”
“Desculpa”, ele sussurrava para si mesmo, não lembrava mais o significado daquela palavra, mas pelo visto era a sua preferida. Agarrava-se a ela como se fosse parte dele, como se fosse a única coisa que não fosse embora. Mal percebia que estava pedindo desculpas a si mesmo, com medo de ficar sozinho.”